sábado, 30 de junho de 2018

Uma Publicação 
VERDADES VIVAS

O Livro impresso estará disponível em breve  AQUI 

O Livro eletrônico está disponível  AQUI


Caso queria compartilhar este livro, segue o link:
https://drive.google.com/file/d/1m__Pdi0WLeC6CRr255ere5xO1x_R_oBY/view?usp=sharing


Prefira compartilhar o link para acessar sempre a versão mais recente do livro



segunda-feira, 5 de março de 2018

QUADRO RESUMO


Para baixar em PDF ⇨  clique aqui

DIVISÃO VI - AS PALAVRAS DO REI LEMUEL (CAPÍTULO 31)


DIVISÃO VI
 (Capítulo 31)

As Palavras do Rei Lemuel

            A última divisão do livro é o conselho da rainha; a mãe para seu filho “Rei Lemuel”. Nós não sabemos se este era um nome carinhoso que Bate-Seba tinha para Salomão, ou se se refere a alguma outra pessoa.
            Para ter um reino que Deus abençoasse, sua mãe lhe ensinou que tinha que ter cuidado com o seguinte:
  • O perigo das mulheres com moralidade liberal imoralidade (vs. 2-3).
  • O perigo do álcool depravação (vs. 4-7).
  • O perigo de não manter a justiça no seu reino parcialidade (vs. 8-9).

A Mulher Virtuosa


            A segunda metade do capítulo descreve a esposa ideal (Pv 31:10-31). É um poema acróstico que segue o alfabeto hebraico de 22 letras.
  • Ela é inestimável uma pessoa rara (v. 10).
  • Ela é digna de confiança, merecendo a plena confiança de seu marido (vs. 11-12).
  • Ela é habilidosa ela costura e tricota (vs. 13, 19).
  • Ela é boa cozinheira (vs. 14-15).
  • Ela gerencia bem o dinheiro (vs. 16, 24).
  • Ela jardina (v. 16).
  • Ela se mantém em forma (v. 17).
  • Ela é caridosa (v. 20).
  • Ela não negligencia seus filhos (vs. 21, 27).
  • Ela não negligencia sua aparência (v. 22).
  • Ela é uma bênção para o ministério do seu marido (v. 23).
  • Ela suplementa a renda do marido (v. 24).
  • Ela é sábia e amável (v. 26).
  • Ela é amada e respeitada por sua família (vs. 27-28).
  • Ela teme ao Senhor e tem uma grande recompensa esperando por ela (vs. 29-31).


            É significativo que as “mãos” desta mulher sejam mencionadas sete vezes, mas sua “boca” é mencionada somente uma vez!

DIVISÃO V - AS PALAVRAS DE AGUR (CAPÍTULO 30)


DIVISÃO V
(Capítulo 30)

As Palavras de Agur


            Tudo o que sabemos sobre “Agur” é encontrado neste capítulo. Ele aparentemente tinha dois alunos, “Itiel e Ucal”. O que segue neste capítulo é o que ele lhes ensinou, e temos o privilégio de tê-lo registrado nas Escrituras para nosso proveito também.
            Agur tomou o lugar de saber pouco, e confessou que ele próprio era apenas um aluno (vs.2-3). Ele se abaixou e exaltou Deus e Sua Palavra, ilustrando assim a verdadeira humildade ordenada nos Provérbios. No entanto, encontramos neste capítulo que ele sabia muito mais do que a maioria nos tempos do Antigo Testamento! Ele comunica alguns importantes princípios morais e práticos que nos preservarão neste mundo.

Ele Conhecia Deus

            Antes de tudo, Agur tinha um conhecimento de Deus e de Seu Filho (vs. 4-6). Isso é notável porque ainda não havia sido dada ao homem a revelação do Pai e do Filho - que é formalmente revelada no ministério de nosso Senhor Jesus (Jo 1:18). Em uma série de cinco perguntas ele expõe a grandeza de Deus.

Ele Se Conhecia

            Em segundo lugar, os versículos 7-10 indicam que Agur também teve algum conhecimento de si mesmo. Ele conhecia seu próprio coração e, portanto, não confiava em si mesmo (Pv 28:26). Não ter confiança na carne leva a afastar-se dela, e lançar-nos ao Senhor em dependência.

Ele Conhecia o Verdadeiro Caráter do Mundo

            Além disso, os versículos 11-23 mostram que Agur tinha uma compreensão do verdadeiro caráter do mundo, e resumiu-o em quatro séries de quatro coisas. Cada série retrata um aspecto diferente do mundo e seus caminhos.
            Na primeira série, ele fala dos princípios morais encobertos que marcam os homens do mundo que se rebelam contra a autoridade dos pais (v. 11), justiça-própria (v. 12), orgulho (v. 13) e violência gananciosa (v. 14).
            Na segunda série, ele fala do caráter insatisfeito do mundo quatro coisas insaciáveis. As pessoas no sistema do mundo são comparadas à “sepultura”, à “madre estéril”, à “terra” e ao “fogo”. Nenhum destes podem se fartar e nunca estão satisfeitos (vs. 15-17).
            Na terceira série, Agur refere-se a quatro coisas inescrutáveis (vs. 18-19). Eles falam dos motivos ocultos por trás das ações das pessoas do mundo. Muitas vezes tem sido dito que este mundo quer você para tirar de você o que ele quiser, e é certamente verdade. Eles podem ter uma maneira aparentemente graciosa de agir, mas por trás de suas ações muitas vezes estão segundas intenções. A “águia” que sobe alto no ar parece muito bonita, mas tem uma razão para fazê-lo para mergulhar em sua presa! A “serpente” deslizando sobre uma rocha é uma visão intrigante, mas está procurando por uma vítima! O “navio no meio do mar” é algo atraente, mas está em uma missão a algum destino por interesse próprio. E, por trás do gracioso caminho de “um homem com uma virgem” muitas vezes está um esforço para seduzi-la e corrompê-la! Todas as quatro coisas são comparadas a “uma mulher adúltera” que faz seu mal, e depois tenta escondê-lo (v. 20).
            Na quarta série de coisas, Agur fala de quatro coisas insuportáveis, cada uma descrevendo a impropriedade daqueles do mundo que não sabem como se comportar na esfera em que se encontram (vs. 21-23).

Ele Sabia Como Ser Preservado da Influência do Mundo

            A próxima série de quatro coisas indicam que Agur teve uma compreensão de como o filho de Deus pode ser preservado das influências do mundo (vs. 24-28). Estas são coisas que precisamos para passar por este mundo e não sermos afetados por ele. Ele aprendeu esta sabedoria do reino animal (Jó 12:7-10).
            A primeira são as “formigas” que ajuntam seus alimentos em um momento em que elas podem obtê-lo “verão”. Isso fala da importância de obter alimento espiritual para nossas almas (Jo 6:54-58). A maior salvaguarda contra sermos arrastados para o mundo é sermos encontrados desfrutando de Cristo, que é o alimento espiritual para nossas almas. Estar cheio com aquilo que verdadeiramente satisfaz o coração nos guardará de ambicionarmos as coisas do mundo.
            O segundo são os “coelhos” Eles são criaturas que reconhecem sua fraqueza e, portanto, vivem em lugares seguros “nas rochas”. Isso fala da dependência do Senhor. Isso também é algo que precisamos uma fraqueza sentida que nos leva a lançar-nos sobre o Senhor em Quem há segurança (Dt 33:12). Ele é a Rocha da salvação (Sl 95:1). Aquele que conhece sua fraqueza e se lança ao Senhor será preservado.
            O terceiro são os “gafanhotos” que se caracterizam por sair “em bandos”. São criaturas que sabem se manter em sintonia um com o outro. Isso indica a necessidade de manter-se em companhia de crentes com a mesma “fé igualmente preciosa”. Isso fala de comunhão, que também é importante para a nossa preservação (Sl 119:63; Hb 10:25; 2 Pe 1:1).
            A quarta é a “aranha”. O que marca essa criatura sábia é que ela vive na presença do rei “nos palácios dos reis”. Isto fala de acesso à presença do Senhor, o Rei dos Reis, pela oração (Hb 10:19; Ef 3:12). Uma vida secreta de comunhão com o Senhor e uma constante vida em Sua presença é essencial para sermos mantidos.

Ele Sabia o Que Era Necessário Para um 
Testemunho Eficaz Para o Mundo

            A série final de quatro coisas mostra que Agur sabia o que era necessário para que o testemunho do crente fosse efetivo neste mundo (vs. 29-31). O “leão” fala de firme ousadia para confessar Cristo (Pv 28:1). O “cavalo” fala da defesa da fé que uma vez foi dada aos santos (Jd 3; Pv 21:31; Jó 39:19-25; 2 Rs 9:33, 11:16). O “bode” que sobe alto nas montanhas, fala de não ficar desanimado. Precisamos ficar acima das circunstâncias adversas da vida, subindo acima delas (1 Sm 30:6; Hc 3:17-19). Por fim, o “rei” contra quem ninguém pode se levantar, fala de manter os estritos padrões de justiça como encontrados nos princípios da Palavra de Deus.

Ele Sabia Como Não Levantar Questões


            Os dois últimos versículos do capítulo nos lembram de que, se nosso testemunho ao mundo não for recebido, não ajudará em nada levantar questões. Só será contraproducente, gerando conflitos. Devemos deixar pessoas que rejeitam nosso testemunho com o Senhor, o Único que pode mudar seus corações (Pv 30:32-33; Sl 33:15).

DIVISÃO IV - O SEGUNDO LIVRO DOS PROVÉRBIOS DE SOLOMÃO (CAPÍTULOS 25 a 29)


DIVISÃO IV
(Capítulos 25 a 29)

O Segundo Livro dos Provérbios de Solomão

            Esta divisão do livro retorna ao estilo dos provérbios de um verso e foram compostos por Salomão. “Os homens de Ezequias” os copiaram cerca de 250 anos depois da morte de Salomão. Os provérbios de um versículo, na Divisão II não estavam necessariamente agrupados em alguma ordem específica, embora pareça que os homens de Ezequias tentaram colocá-los em algum tipo de ordem. Existem 140 provérbios nesta seção e são principalmente paralelismos complementares.

Comportamento em Relacionamentos Interpessoais

            Os capítulos 25 a 27 têm a ver com relações interpessoais, ensinando-nos a interagir com os outros.
  • Capítulo 25:1-7  Com Reis (qualquer autoridade).
  • Capítulo 25:8-20  Com Vizinhos.
  • Capítulo 25:21-28  Com Inimigos.
  • Capítulo 26:1-12  Com Tolos.
  • Capítulo 26:13-16  Com Preguiçosos
  • Capítulo 26:17-19  Com Enganadores.
  • Capítulo 26:20-28  Com Maldizentes (fofoqueiros).
  • Capítulo 27:1-2  Consigo mesmo.
  • Capítulo 27:3-4  Com aqueles que não gostam de você.
  • Capítulo 27:5-10  Com os amigos da família.
  • Capítulo 27:11-22  Usando a graça para com os outros.
  • Capítulo 27:23-27  Usando diligência nos negócios.


Os capítulos 28-29 têm uma mistura de paralelismos contrastantes e complementares.

  • Capítulo 28:1-10 Nossas ações em relação à lei.
  • Capítulo 28:11-28 Os enganos do mundanismo e da maldade em relação à riqueza.
  • Capítulo 29:1-27 Quanto à teimosia.


DIVISÃO III - AS PALAVRAS DOS SÁBIOS (CAPÍTULOS 22:17-24:34)

DIVISÃO III
(Capítulos 22:17-24:34)

As Palavras dos Sábios

            Neste ponto do livro há outra mudança marcante no estilo dos provérbios. Os provérbios de um versículo dos capítulos 10 a 22:16 cessam, e o estilo retorna a uma série de versículos que comunicam um pensamento.
            Esta seção é chamada “as palavras dos sábios” porque não são provérbios de Salomão, mas provérbios que ele coletou de outros homens sábios. Isso mostra que Salomão não era apenas um homem sábio, mas que também era um estudante de sabedoria que reunia pensamentos de outras fontes.
            Esta seção tem três partes. Há uma introdução (Cap. 22:17-21), seguida por uma coleção de “trinta ditados” (Cap. 22:22-24:22), encerrando com um apêndice composto por quatro ditados sábios adicionais (Cap. 24:23-34).

A Introdução

A introdução desta divisão do livro (que pode ter sido composta por Salomão) afirma as vantagens de ouvir e aplicar “as palavras dos sábios”.
  • É agradável mantê-las em nosso coração. Há alegria de aprender e andar na verdade (vs. 17-18a).
  • Estaremos aptos a encorajar outros. Elas serão aplicadas aos nossos lábios para que possamos compartilhá-las com os outros (v. 18b).
  • Nossa confiança no Senhor crescerá (v. 19).


 “Trinta Ditados”

            O versículo 20 poderia ser traduzido, “Porventura não te escrevi trinta’ excelentes cousas acerca de todo o conselho e conhecimento” O que se segue do capítulo 22:22 ao capítulo 24:22 são “trinta” ditados distintos que Salomão coletou de outros sábios. Algumas traduções os marcam com um parágrafo distinto. Com exceção de alguns, os ditados são avisos ou admoestações que incluem a razão pela qual se deve fazer o que está estipulado no ditado. A palavra “não” é usada em quase todos eles, isto é, “Não roube” (v. 22), “Não vá” (v. 24), “Não esteja” (v.26). (Isso é visto mais claramente na língua hebraica original).

01) Cap. 22:22-23
02) Cap. 22:24-25
03) Cap. 22:26-27
04) Cap. 22:28
05) Cap. 22:29
06) Cap. 23:1-3
07) Cap. 23:4-5
08) Cap. 23:6-8
09) Cap. 23:9
10) Cap. 23:10-11
11) Cap. 23:12
12) Cap. 23:13-14
13) Cap. 23:15-16
14) Cap. 23:17-18
15) Cap. 23:19-21
16) Cap. 23:22-25
17) Cap. 23:26-28
18) Cap. 23:29-35
19) Cap. 24:1-2
20) Cap. 24:3-4
21) Cap. 24:5-6
22) Cap. 24:7
23) Cap. 24:8-9
24) Cap. 24:10
25) Cap. 24-11-12
26) Cap. 24:13-14
27) Cap. 24:15-16
28) Cap. 24:17-18
29) Cap. 24:19-20
30) Cap. 24:21-22


O capítulo 24:23-34 é um apêndice. Isso pode ser visto nas palavras, “Também estes são provérbios dos sábios”. Esta frase não é um provérbio, mas um título para quatro ditados adicionais que Salomão coletou. O fato de que ele diz “também” mostra que isso pertence a esta seção como um apêndice aos trinta ditados dos sábios.



Cap. 24:23-26
Cap. 24:28-29
Cap. 24:27
Cap. 24:30-34

DIVISÃO II - PROVÉRBIOS DE SALOMÃO (CAPÍTULOS 10:1-22:16)


DIVISÃO II
(Capítulos 10:1-22:16)

Provérbios de Salomão

            Agora há uma mudança no estilo dos provérbios. Os capítulos 1-9 eram discursos instrutivos, enquanto que aqui nos capítulos 10:122:16 temos provérbios. A sabedoria nos capítulos 1-9 foi dada principalmente em uma série de versículos que tratam de um assunto ou lição, mas a partir de agora, em provérbios de um versículo.
            Observe que esta seção começa com a frase “Os Provérbios de Salomão” (Pv 10:1). Este não é um provérbio, mas um título para esta nova seção na qual estamos entrando. Esta seção se estenderá até o capítulo 22:16, com 375 versos no total. É interessante que o valor numérico deste título (atribuindo um número para cada letra do alfabeto hebraico) seja exatamente 375! Esta divisão do livro tem duas partes: a primeira, dos capítulos 10 a 15 e a segunda, dos capítulos 16 a 22:16.

Paralelismos Contrastantes 
(Capítulos 10-15)

Nesta seção, Salomão nos ensina sabedoria por meio de contrastes. Cada provérbio de um versículo tem duas partes contrastantes (com algumas exceções), muitas vezes separadas pela palavra “mas”. A segunda parte do provérbio reitera a verdade num sentido negativo, isto é, o sábio faz isto, mas o tolo faz aquilo. Elas são chamadas Paralelismos Contrastantes. Muita verdade prática pode ser aprendida comparando a verdade com o erro.
Esta parte da Divisão II (capítulos 10-15) tem 184 versos contrastando estilos de vida justos e ímpios. Ele trata a relação causa/efeito do comportamento humano básico e o seu inevitável resultado. Os principais temas são:

  • Sábio e tolo
  • Justiça e iniquidade
  • Ricos e pobres
  • Obediência e desobediência
  • Honestidade e desonestidade
  • Orgulho e humildade
  • Paz e conflito
  • Amor e ódio
  • Verdade e engano
  • Piedade e impiedade
  • Diligência e preguiça
  • Sucesso e fracasso

Três Tipos de Tolos em Provérbios

            A comparação mais frequente em Provérbios é entre sabedoria e tolice (cerca de 75 versos). O tolo em Provérbios não é uma pessoa que não tem poderes mentais, mas um que os usa mal. Não é que ele não raciocina, mas que raciocina erroneamente. Uma observação geral sobre este assunto é que a “tolice” parece ser as ideias e raciocínios absurdos de um tolo; enquanto que a “loucura” parece ser seus atos absurdos.
            Existem três tipos de tolos em Provérbios, indicados no uso de três diferentes palavras hebraicas.

  • Kes-eel Ele é autoconfiante (Pv 14:16, 26:5, 12, 28:26, 29:20). Ele despreza negligentemente o conselho de outros, especialmente de seus pais (Pv 1:22 e 32 [‘prosperidade’ é complacência], 8:5, 10:1, 15:20, 17:16, 21, 25, 18:2, 19:13, 23:9.) Confiante em si, está cheio de seus próprios pensamentos e opiniões (Pv 12:23, 14:7, 15:2, 7, 18:2, 7, 26:7, 9, 11, 20).Essa, talvez, seja uma descrição de um tolo jovem. 
  • Ev-eel – É uma palavra usada com menos frequência. Ele recusa o conselho porque ele está endurecido, decidido em seus próprios caminhos e não pode ser corrigido (Pv 1:7, 7:22, 10:21, 12:15, 14:9, 15:5, 27:22). Ele está irado e ama uma contenda (Pv 12:16, 20:3, 27:3, 29:9) Ele também expõe suas opiniões (Pv 10:8, 17:28). Isso, talvez, seja a descrição de um tolo velho, porque leva tempo para se endurecer nos seus caminhos.
  • Nabal É uma palavra usada apenas três vezes e representa uma pessoa vil e corrupta. J. N. Darby traduz esta palavra como “vil”.


            Os assuntos nestes capítulos são agrupados de uma forma desprendida. Os temas gerais são:
  • Capítulos 10-11 - Recompensas por conduta.
  • Capítulo 12 - Honestidade & bondade.
  • Capítulo 13 - Os perigos do ódio e da violência.
  • Capítulo 14 - O sábio e o tolo.
  • Capítulo 15 – Ordenando nosso linguajar apropriadamente.

Paralelismos Complementares 
(Capítulos 16-22:16)

            Quando chegamos ao capítulo 16, há uma mudança sutil nos provérbios de um versículo de Salomão. Nos capítulos 10-15, os provérbios eram paralelismos contrastantes, mas eles cessam agora, e dão lugar a um tipo diferente de provérbio. Em vez da segunda parte do versículo contrastar com a primeira parte, ela passa a complementar a primeira parte. Reafirma a verdade da primeira parte, expressando o mesmo pensamento de maneira diferente, reforçando seu significado ou completando o pensamento. Estas são chamadas Paralelismos Complementares. Observe que o “mas” quase não aparece nesta seção. Esse estilo de provérbio continua do capítulo 16 até o capítulo 22:16, com algumas exceções. (O último verso do capítulo 15 pode começar este grupo de máximas, pois é um paralelismo complementar).
            Os assuntos nestes capítulos também são agrupados de uma forma mais livre. Os temas gerais são:
  • Capítulo 16 - Os planos do homem e a soberania de Deus.
  • Capítulo 17 - Conflito & paz.
  • Capítulo 18 - A loucura do egocentrismo.
  • Capítulo 19 - O rico & o pobre.
  • Capítulos 20 - 22:16 - Justiça & iniquidade.