segunda-feira, 5 de março de 2018

11) A REALIDADE DO GOVERNO DE DEUS


11) A Realidade do Governo de Deus

            As duas últimas lições têm a ver com a imoralidade sexual. A primeira enfatiza a realidade do julgamento governamental de Deus sentido na vida de alguém. Começa com o pai e a mãe clamando ao jovem que não deixe as coisas que lhe ensinaram. Filho meu, guarda o mandamento de teu pai, e não deixes a lei [ensinamento] de tua mãe” (Pv 6:20-23). Ele deve atar o que aprendeu ao seu “coração” e pendurar ao seu “pescoço”, e eles o “manterão” no caminho (Pv 6:20-23).
            Se abandonar os seus ensinos, ele é solenemente lembrado da inevitável ação do juízo governamental de Deus em sua vida. O encontro com uma “mulher má” e os pecados da fornicação e do adultério são mostrados como tendo repercussões na vida de alguém. “Tomará alguém fogo no seu seio, sem que os seus vestidos se queimem? Ou andará alguém sobre as brasas, sem que se queimem os seus pés? Assim será o que entrar à mulher do seu próximo: não ficará inocente todo aquele que a tocar” Pv 6:27-29. A pessoa que comete adultério carece de sentido e destrói-se social, espiritual e moralmente, e talvez, até mesmo fisicamente (Pv 6:32).
            A realidade é que “achará castigo e vilipêndio, e o seu opróbrio nunca se apagará” (Pv 6:33).

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